Dor,cúmplice minha,não achas que já está tarde demais?
Vai-te dormir,deixa-me em paz
Tua intensidade está me matando.
Só quando dormes é que começo a viver.
A brisa da noite refresca a mente
Nada parece acontecer...
Estou em um sonho,você ao meu lado
Nada jamais vai mudar.
O que é uma vez sentido,se cultivado
para sempre sentido será.
E como poder deixar tudo para trás
se é o que quero mais.
A alegria de saber que ainda tenho a ti
É algo mil vezes reconfortante.
Trago para ti sempre o semblante a sorrir
Minha passarinha,voe,voe...
E volta a me visitar.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
sábado, 1 de novembro de 2008
Como saber que reação ter ao se perder?Não falo de se perder fisicamente,nem espiritualmente,mas talvez do pior jeito possível,emocionalmente.A mente se confunde,o corpo não responde,você sabe o que é certo e nunca o faz.Distração alguma funciona,nada compete com a atenção dada ,inconscientemente, a dor.
Ter que esquecer tudo aquilo que era mais que concreto e abstrato.Fugir de si mesmo,procurando inventar um outro alguém,que tome as rédeas e lance tudo para um outro caminho.Subviver,do ponto de vista do atormentado, não é nada fácil.Só o tempo como aliado,e todo o resto como inimigo,inclusive ele.Momentos de esperança surgem(sinal de alguma melhora).O segredo é guardar as lembranças em uma caixinha e só abrir no momento oportuno,ou seja quando não tiver mais nenhuma outra preocupação.
No começo,o apoio era fundamental,até achar amigos,alguém pra conversar,para não se sentir tão sozinha.E quem acaba sozinho depois de algum tempo é aquele que deu todas suas forças,para evitar o mal,mas por besteira.Acabou ficando dependente daquela sensação de estar ajudando,e de ser necessário.Agora é se acostumar de novo,com outro ritmo,outra vida.
Só a dor constrói,e este pobre atormentado erguerá montanhas.Dizem "Aproveite!Desfrute de todos e tudo".Uma grande incapacidade o povoa.Dor,ardor,fedor,pudor,amor.Faz parte essa fase,alguns passam por ela mais rápidos.E essa diferença é que causa o problema.Quando se sofre sozinho,parece maior o sofrimento.Não que ele esteja sozinho,a separação foi muito dura,ambos sofrem.O problema é dele,se acostumou a amar de um jeito.Controle e equilíbrio.
Passou!
Ter que esquecer tudo aquilo que era mais que concreto e abstrato.Fugir de si mesmo,procurando inventar um outro alguém,que tome as rédeas e lance tudo para um outro caminho.Subviver,do ponto de vista do atormentado, não é nada fácil.Só o tempo como aliado,e todo o resto como inimigo,inclusive ele.Momentos de esperança surgem(sinal de alguma melhora).O segredo é guardar as lembranças em uma caixinha e só abrir no momento oportuno,ou seja quando não tiver mais nenhuma outra preocupação.
No começo,o apoio era fundamental,até achar amigos,alguém pra conversar,para não se sentir tão sozinha.E quem acaba sozinho depois de algum tempo é aquele que deu todas suas forças,para evitar o mal,mas por besteira.Acabou ficando dependente daquela sensação de estar ajudando,e de ser necessário.Agora é se acostumar de novo,com outro ritmo,outra vida.
Só a dor constrói,e este pobre atormentado erguerá montanhas.Dizem "Aproveite!Desfrute de todos e tudo".Uma grande incapacidade o povoa.Dor,ardor,fedor,pudor,amor.Faz parte essa fase,alguns passam por ela mais rápidos.E essa diferença é que causa o problema.Quando se sofre sozinho,parece maior o sofrimento.Não que ele esteja sozinho,a separação foi muito dura,ambos sofrem.O problema é dele,se acostumou a amar de um jeito.Controle e equilíbrio.
Passou!
sábado, 12 de abril de 2008
talvez seja um sonho
Caramba,quase esqueci que tinha um blog....Peço desculpa aos possíveis leitores.Sabe como é né?!Um misto de preguiça,com a responsabilidade pendente de estudar pro vestibular,resulta no afastamento de alguma criatividade,as vezes ela aparece,mas não vinha aqui contar pra vocês....Enfim...
Essa história começa em um show,de uma banda não muito famosa,começo de carreira.Foi no dia seguinte ao aniversário de nosso personagem,ele já não esperava muita coisa,a não ser a presença de alguns amigos,que sempre o acompanhavam.Os shows daquela banda que foi durante muito tempo o melhor programa que se podia arranjar para ele,já não transmitiam tanta graça.
Naquele dia havia recebido um pé na bunda,mas não foi dos piores,para falar a verdade,foi um dos mais tranquilos,mais do que ele jamais pensara que podia acontecer.E havia decidido ficar quieto,na dele,aqueles momentos que damos a nós mesmos para reflexão,e às vezes crescimento espiritual.Se sentiu um pouco sozinho...pensou que podia achar alguém legal e conversar por um tempo,qualquer bobagem,rir um pouco.
O que só veio acontecer depois de algumas horas,uma amiga de um amigo,se mostrou bem disposta para tal conversa,que deve ter durado menos de dois minutos(o que pareceu para ele,quase um hora).E pensou que menina legal...pena que havia sumido.
Após um mês,mais ou menos,acabaram por se encontrar de novo.Em uma espécie de "colônia de férias" que dura um feriado.Conversavam,mas nunca a sós,ela tinha alguém.Ele buscava uma pessoa pra poder dividir o almoço,compartilhar minutos na internet,telefone ou até quem sabe,alguém para contar seus segredos.Ele sentia grande carinho por aquela moçoila,sempre alegre,sorridente,bonita e sabia que ela tinha algo parecido,no mínimo, por ele.Seria a alma perfeita para as necessidades daquele jovem.Porém não podia fazer nada.
Ele tinha apostado uma ficha errado,estava com uma outra garota,mas ela não era nada do que ele havia pensado.Nunca estava com ele,não conversavam,nem nada....e a menina com o brilho nos olhos,tinha também outro.
Mais um mês se passou,e se encontraram novamente,numa festa.E dessa vez foi mágica,digamos assim.Ambos se controlando para não correrem aos braços do outro,durante toda a festa.Dançaram,se divertiram,ele tentava se convencer de que ela não estava realmente afim,Ela só é legal,não posso,será?E a despedida foi fatal.Com um simples,e o mais prazeroso dos abraços ele acabou se rendendo.
No dia seguinte tentou dar todas as pistas de que ela precisava para saber que o havia conquistado,talvez até antes,entretanto só o foi perceptível naquele abraço.Ele arriscou tudo por aquela sensação que ela o havia causado,algo que ele jamais tinha sentido e sabia que valeria a pena,se fosse de verdade.Por mais estragos que causasse,por mais pessoas que se decepcionassem(devo explicar agora,que o namorado que a garota tinha,era amigo de nosso personagem,embora ela já não estivesse com ele por um mês,nosso protagonista sabia de seu sentimento ainda vivo por ela).E foi assim,se entregaram de alma e coração,e ele jamais vai esquecer como foi bom,e como aquela doce criatura marcou sua vida.
quero indicar um ótimo blog que visitei hoje:gabriellago.blogspot.com
visitem!=]
Essa história começa em um show,de uma banda não muito famosa,começo de carreira.Foi no dia seguinte ao aniversário de nosso personagem,ele já não esperava muita coisa,a não ser a presença de alguns amigos,que sempre o acompanhavam.Os shows daquela banda que foi durante muito tempo o melhor programa que se podia arranjar para ele,já não transmitiam tanta graça.
Naquele dia havia recebido um pé na bunda,mas não foi dos piores,para falar a verdade,foi um dos mais tranquilos,mais do que ele jamais pensara que podia acontecer.E havia decidido ficar quieto,na dele,aqueles momentos que damos a nós mesmos para reflexão,e às vezes crescimento espiritual.Se sentiu um pouco sozinho...pensou que podia achar alguém legal e conversar por um tempo,qualquer bobagem,rir um pouco.
O que só veio acontecer depois de algumas horas,uma amiga de um amigo,se mostrou bem disposta para tal conversa,que deve ter durado menos de dois minutos(o que pareceu para ele,quase um hora).E pensou que menina legal...pena que havia sumido.
Após um mês,mais ou menos,acabaram por se encontrar de novo.Em uma espécie de "colônia de férias" que dura um feriado.Conversavam,mas nunca a sós,ela tinha alguém.Ele buscava uma pessoa pra poder dividir o almoço,compartilhar minutos na internet,telefone ou até quem sabe,alguém para contar seus segredos.Ele sentia grande carinho por aquela moçoila,sempre alegre,sorridente,bonita e sabia que ela tinha algo parecido,no mínimo, por ele.Seria a alma perfeita para as necessidades daquele jovem.Porém não podia fazer nada.
Ele tinha apostado uma ficha errado,estava com uma outra garota,mas ela não era nada do que ele havia pensado.Nunca estava com ele,não conversavam,nem nada....e a menina com o brilho nos olhos,tinha também outro.
Mais um mês se passou,e se encontraram novamente,numa festa.E dessa vez foi mágica,digamos assim.Ambos se controlando para não correrem aos braços do outro,durante toda a festa.Dançaram,se divertiram,ele tentava se convencer de que ela não estava realmente afim,Ela só é legal,não posso,será?E a despedida foi fatal.Com um simples,e o mais prazeroso dos abraços ele acabou se rendendo.
No dia seguinte tentou dar todas as pistas de que ela precisava para saber que o havia conquistado,talvez até antes,entretanto só o foi perceptível naquele abraço.Ele arriscou tudo por aquela sensação que ela o havia causado,algo que ele jamais tinha sentido e sabia que valeria a pena,se fosse de verdade.Por mais estragos que causasse,por mais pessoas que se decepcionassem(devo explicar agora,que o namorado que a garota tinha,era amigo de nosso personagem,embora ela já não estivesse com ele por um mês,nosso protagonista sabia de seu sentimento ainda vivo por ela).E foi assim,se entregaram de alma e coração,e ele jamais vai esquecer como foi bom,e como aquela doce criatura marcou sua vida.
quero indicar um ótimo blog que visitei hoje:gabriellago.blogspot.com
visitem!=]
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008
Chegara havia no máximo uma hora,e tudo lhe parecia familiar,do jeito que ele deixou.Era noite,pouca luz pela cidade,alguns grupos de jovens esquisitos espalhados por ali.Finalmente,após 18 longos anos de dor e sofrimento,voltou pra casa.
Ficou estático durante uns 20 minutos refletindo,pensando como tudo aconteceu,tentando encaixar fatos em datas específicas,talvez com a esperança de que alguém lhe perguntasse sobre sua jornada,já imaginando mostrar cicatrizes e outras feridas como provas.
Mas aquela cidade jamais lhe havia sido grata por coisa alguma que ele tenha feito,seja nessa vida ou em outras.Por um segundo,deixou-se entristecer.Latidos e gritaria.Correu discretamente pela sombra para observar melhor.Apenas um briga comum naquela época do ano,em que tantos maridos chegavam bêbados em casa.Os jovens achavam graça daquela situação,constrangedora para nosso aventureiro.
Acho que agora convém uma explicação sobre o misterioso,e nem tão aventureiro Cabat.Elenasceu e fora criado na cidade de Penalidad,seus pais não tiveram a oportunidade de o conhecer,largaram-no no primeiro orfanato que viram,o único da cidade,que sobrevivia vendendo alguns pupilos.Mas ninguém quis comprá-lo,era de uma imperfeição inquietante.Aos 12 anos foi expulso da casa de horrores,como gostava de chamar o que fora seu lar até ali.Expulso por mau conduta,adorava bater nas outras crianças(principalmente nas maiores,possuía uma força incomum),botar fogo nas camas e outras traquinagens que os outros guris tinham medo de fazer.Sobreviveu roubando e com surras que ele considerava como justos castigos por ser tão mau.Quando completou 15 anos,acordou em outra cidade,amarrado e faltando pouco para ser triturado junto com o lixo.
Foi aí que conheceu Gird.Tratou-o tão bem que o pequeno Cabat jamais relaxava,com medo do desconhecido,o carinho era algo tão misterioso quanto a morte para ele.Ensinou ao pequeno muitos truques,malandragens,e logo o inseriu no tráfico de drogas.
Você deve estar querendo saber o porquê dele ter voltado para aquela cidade inóspita e sem futuro.Pois eu os digo,caros possíveis leitores.Ele queria vingança.
Dentro de uma semana o agora monstruoso Cabat,envenenou a água,matou a sangue frio os mais velhos do orfanato,mandou todas as crianças para Gird,brincava de tiro ao alvo com aqueles jovens e livrou sua alma de tanto sofrimento,libertou-se da lembrança de uma infância reprimida.E agora começaria uma nova vida.
Ficou estático durante uns 20 minutos refletindo,pensando como tudo aconteceu,tentando encaixar fatos em datas específicas,talvez com a esperança de que alguém lhe perguntasse sobre sua jornada,já imaginando mostrar cicatrizes e outras feridas como provas.
Mas aquela cidade jamais lhe havia sido grata por coisa alguma que ele tenha feito,seja nessa vida ou em outras.Por um segundo,deixou-se entristecer.Latidos e gritaria.Correu discretamente pela sombra para observar melhor.Apenas um briga comum naquela época do ano,em que tantos maridos chegavam bêbados em casa.Os jovens achavam graça daquela situação,constrangedora para nosso aventureiro.
Acho que agora convém uma explicação sobre o misterioso,e nem tão aventureiro Cabat.Elenasceu e fora criado na cidade de Penalidad,seus pais não tiveram a oportunidade de o conhecer,largaram-no no primeiro orfanato que viram,o único da cidade,que sobrevivia vendendo alguns pupilos.Mas ninguém quis comprá-lo,era de uma imperfeição inquietante.Aos 12 anos foi expulso da casa de horrores,como gostava de chamar o que fora seu lar até ali.Expulso por mau conduta,adorava bater nas outras crianças(principalmente nas maiores,possuía uma força incomum),botar fogo nas camas e outras traquinagens que os outros guris tinham medo de fazer.Sobreviveu roubando e com surras que ele considerava como justos castigos por ser tão mau.Quando completou 15 anos,acordou em outra cidade,amarrado e faltando pouco para ser triturado junto com o lixo.
Foi aí que conheceu Gird.Tratou-o tão bem que o pequeno Cabat jamais relaxava,com medo do desconhecido,o carinho era algo tão misterioso quanto a morte para ele.Ensinou ao pequeno muitos truques,malandragens,e logo o inseriu no tráfico de drogas.
Você deve estar querendo saber o porquê dele ter voltado para aquela cidade inóspita e sem futuro.Pois eu os digo,caros possíveis leitores.Ele queria vingança.
Dentro de uma semana o agora monstruoso Cabat,envenenou a água,matou a sangue frio os mais velhos do orfanato,mandou todas as crianças para Gird,brincava de tiro ao alvo com aqueles jovens e livrou sua alma de tanto sofrimento,libertou-se da lembrança de uma infância reprimida.E agora começaria uma nova vida.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
futuro bom
O futuro é algo incerto,algo que por mais poderes que você ache que tenha você não o desvenda.E isso faz com que as coisas sejam um mistério ou,de certa forma,uma motivação pra viver(vai que amanhã eu fico rico?).concordamos nisso,certo?!
Certa parte da minha vida que está por vim eu já sei.Mas nem por isso deixa de ter graça,muito pelo contrário.Me dá cada vez mais vontade de seguir por aquele caminho,e também torna-me de certa forma com "poderes",entende?.E sei também que quando acontecer serei o ser pensante do planeta mais feliz.
Ah!Na idade em que me encontro já não tenho muita força para sair procurando um amor e viver loucamente.Sou paciente...Já sei com quem vou juntar meus trapinhos,o que já é meio caminho andado.Sempre fui um rapaz meio sério,e depois dos 22 a coisa não mudou tanto.É claro,tive meus momentos de farra,mas nunca duraram muito.
Não posso estar tão enganado,tudo indica pro mesmo local,pra mesma pessoa,é ela,cara.Você sabe quando é.Tudo era perfeito: o beijo,abraço,até aperto de mão...Quem sabe um dia você não tem essa sorte?
Ok,nos falamos depois então.
Boa noite!
Certa parte da minha vida que está por vim eu já sei.Mas nem por isso deixa de ter graça,muito pelo contrário.Me dá cada vez mais vontade de seguir por aquele caminho,e também torna-me de certa forma com "poderes",entende?.E sei também que quando acontecer serei o ser pensante do planeta mais feliz.
Ah!Na idade em que me encontro já não tenho muita força para sair procurando um amor e viver loucamente.Sou paciente...Já sei com quem vou juntar meus trapinhos,o que já é meio caminho andado.Sempre fui um rapaz meio sério,e depois dos 22 a coisa não mudou tanto.É claro,tive meus momentos de farra,mas nunca duraram muito.
Não posso estar tão enganado,tudo indica pro mesmo local,pra mesma pessoa,é ela,cara.Você sabe quando é.Tudo era perfeito: o beijo,abraço,até aperto de mão...Quem sabe um dia você não tem essa sorte?
Ok,nos falamos depois então.
Boa noite!
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
TEMPO BOM...
Ah!Quem me dera poder voltar no tempo.Fazer tudo igual e diferente.Ser despreocupado,simplesmente despreocupado com a vida.Sabe,acho que nem sequer eu pensava...Acho que eu apenas deixava me levar,vivia,permitia que a brisa do destino soprasse minhas asinhas de anjo,e eu ia.
Mas é inevitável,impossível fazer parar o tempo para que sejamos felizes 24 horas por dia,é inerente ao homem ter que crescer e ver maldade e pensar coisas que jamais deveriam ser pensadas e sofrer para depois poder afirmar que um dia era feliz...Queria ser aquele anjo de novo.Ele não tinha medo de ninguém,achava normal dar bom-dia a todos sem nenhuma exigência em troca,ria porque dava aquela cocerinha dentro barriga,ou sei lá aonde(Mãe,por que a gente ri?).Aquele cara de asas brancas e feupudas era uma espécie de herói para mim.Ele sim,fazia me feliz e salvava o mundo em apenas 3 minutos;dava afeto a todos da família,sem brigas ou disputas idiotas;desencorajava mentiras,fazendo minha cabeça rodar só porque comi o pedaço de pudim proibído;e me ensinava a perdoar aqueles que se gabavam de tudo pra todos,o que me irrita de maneira absurda hoje em dia.
Alguns apelidaram isso de síndrome de Peter Pan de primeiro grau.Não chego a ser um bebê chorão,só queria não ser tão carrancudo e ranzinza as vezes.É claro que houve momentos bons,até ótimos,durante meu amadurecimento.Primeiro beijo,um grande amor(que agora acredito mais que nunca),coisas que a mãe não deve saber,shows,aprendi a gostar de música de ler,de conversar,etc.
Como não posso fazer muito para que se resolva minha situação(e sei que só tende a piorar)
sigo em frente sempre esperando a oportunidade para voltar a ser algo que,para mim,foi o melhor da vida.E quando vierem meus filhos(uns 3 no mínimo)lhes passarei essa lição com o maior prazer do mundo!
Mas é inevitável,impossível fazer parar o tempo para que sejamos felizes 24 horas por dia,é inerente ao homem ter que crescer e ver maldade e pensar coisas que jamais deveriam ser pensadas e sofrer para depois poder afirmar que um dia era feliz...Queria ser aquele anjo de novo.Ele não tinha medo de ninguém,achava normal dar bom-dia a todos sem nenhuma exigência em troca,ria porque dava aquela cocerinha dentro barriga,ou sei lá aonde(Mãe,por que a gente ri?).Aquele cara de asas brancas e feupudas era uma espécie de herói para mim.Ele sim,fazia me feliz e salvava o mundo em apenas 3 minutos;dava afeto a todos da família,sem brigas ou disputas idiotas;desencorajava mentiras,fazendo minha cabeça rodar só porque comi o pedaço de pudim proibído;e me ensinava a perdoar aqueles que se gabavam de tudo pra todos,o que me irrita de maneira absurda hoje em dia.
Alguns apelidaram isso de síndrome de Peter Pan de primeiro grau.Não chego a ser um bebê chorão,só queria não ser tão carrancudo e ranzinza as vezes.É claro que houve momentos bons,até ótimos,durante meu amadurecimento.Primeiro beijo,um grande amor(que agora acredito mais que nunca),coisas que a mãe não deve saber,shows,aprendi a gostar de música de ler,de conversar,etc.
Como não posso fazer muito para que se resolva minha situação(e sei que só tende a piorar)
sigo em frente sempre esperando a oportunidade para voltar a ser algo que,para mim,foi o melhor da vida.E quando vierem meus filhos(uns 3 no mínimo)lhes passarei essa lição com o maior prazer do mundo!
sábado, 22 de setembro de 2007
A arte de conversar liberta
Tirando as horas em que você se encontra em locais propensos a reflexões(como banheiro,ônibus,etc)o normal é não querer estar sozinho.
Embora eu tenha preferido até meus 12 anos conversar com as pedras do que com gente,penso que a socialização do índivíduo é algo importante,principalmente pra sanidade mental do tal indivíduo.Pode reparar nos filmes,ou dependendo do caso,nos vizinhos,família...as pessoas mais solitárias são de certa forma malucas.Seja por carência (que considero o estágio inicial)por rabugência(estágio médio)ou por loucura total(tudo acaba aqui).Há também casos passageiros proporcionados por alguma leitura filosófica,que o faz ver a humanidade com olhos cheios de sangue e ódio,e os gênios indomáveis,esses que escreveram os livros,mas esses não tem culpa alguma,são apenas incompreendidos e isolados pela ignorância da maioria,e acabam por odiar a todos,como algo inevitável.
A carência pode ser fruto de algum amor perdido ou jogado fora nos cantos da rua,o que após certo tempo pode realmente incomodar e te tornar uma pessoa ranzinza expulsando-o da humanosfera.
É sempre bom manter algum contato,nem que seja virtual,com alguma criatura humana.O contato liberta,as pessoas que você mais toca,conversa são aquelas com quem você procura contar segredos,mostrar seu verdadeiro eu,e tenho dito!pode reparar.É uma necessidade que todos temos.LIBERTE-SE!!!
Mas também não saia por aí contando sua vida a qualquer um.
Embora eu tenha preferido até meus 12 anos conversar com as pedras do que com gente,penso que a socialização do índivíduo é algo importante,principalmente pra sanidade mental do tal indivíduo.Pode reparar nos filmes,ou dependendo do caso,nos vizinhos,família...as pessoas mais solitárias são de certa forma malucas.Seja por carência (que considero o estágio inicial)por rabugência(estágio médio)ou por loucura total(tudo acaba aqui).Há também casos passageiros proporcionados por alguma leitura filosófica,que o faz ver a humanidade com olhos cheios de sangue e ódio,e os gênios indomáveis,esses que escreveram os livros,mas esses não tem culpa alguma,são apenas incompreendidos e isolados pela ignorância da maioria,e acabam por odiar a todos,como algo inevitável.
A carência pode ser fruto de algum amor perdido ou jogado fora nos cantos da rua,o que após certo tempo pode realmente incomodar e te tornar uma pessoa ranzinza expulsando-o da humanosfera.
É sempre bom manter algum contato,nem que seja virtual,com alguma criatura humana.O contato liberta,as pessoas que você mais toca,conversa são aquelas com quem você procura contar segredos,mostrar seu verdadeiro eu,e tenho dito!pode reparar.É uma necessidade que todos temos.LIBERTE-SE!!!
Mas também não saia por aí contando sua vida a qualquer um.
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